A música faz bem — e os dados confirmam. Em média, uma pessoa dedica cerca de 961 horas e 10 minutos por ano à música, o que equivale a mais de 18 horas semanais e cerca de 2 horas e 38 minutos diários, consumindo assim mais de 1,3 milhão de faixas ao longo da vida. Esse hábito crescente tem impactos positivos no bem-estar, na memória e na saúde mental, beneficiado pela popularização de streaming e conectividade global. Nos EUA, o consumo é ainda maior: 26,9 horas semanais, o que demonstra a importância da música na rotina contemporânea .
Em termos de saúde, ouvir música reduz o estresse, a ansiedade e a pressão arterial, além de aliviar dores e melhorar a qualidade do sono e do humor. Estudos destacam que músicas calmas podem diminuir a ansiedade em até 65%, reduzir a frequência cardíaca e desacelerar o ritmo respiratório . Pesquisas clínicas e meta-análises mostram ainda que música e musicoterapia atuam como estratégias complementares eficazes na gestão de sintomas de depressão, melhora da cognição, e apoio a tratamentos em adolescentes e idosos.
A música também estimula o cérebro: ativa regiões ligadas ao pensamento, emoção, movimento e memória, promovendo liberação de neurotransmissores como dopamina e serotonina . Em contextos físicos, a combinação de música e exercícios melhora o desempenho, eleva o ânimo e reduz a percepção de esforço . Seja streaming, playback ou performance, os dados mostram que incluir música no dia a dia não é apenas prazeroso — é um investimento eficaz em saúde mental, emocional e física.